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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

> OS FILHOS DO DIVÓRCIO


OS FILHOS DO DIVÓRCIO
Nicéas Romeo Zanchett 
                     O casamento era aquela instituição concebida para desafiar o tempo e o amor era uma aventura que se desenvolvia além dele. A paixão viveria até a morte, lenta ou rápida. Todos, mesmo teoricamente, sabiam disso e aceitavam essas condições antes de casar. 
                     A visão da relação amorosa durável e triunfante vem mudando a cada dia. As pessoas estão se unindo já pensando em como ficarão depois que a paixão acabar e estiverem separados. E, naturalmente, os bens matriais, que porventura adquirirem, é o primeiro item da lista de prioridades. Talvez fosse interessante que, ao casar, pensassem também nos filhos que virão e como será a vida deles no caso de uma separação. 
                    É inegável que as formas da vida moderna estão promovendo um aumento generalizado na fragilidade dos casamentos. É até mesmo possível que um índice relativamente alto de divórcios seja uma concomitante inevitável das modernas condições sociais em que os casais se vêem. 
                    Nos casamentos que acontecem mais por necessidade emocional do que por razões econômicas o risco de separação é provavelmente bem maior. Com o passar do tempo, o que dava prazer emocionalmente, pode tornar-se significativamente menos satisfatório e as razões para continuarem juntos tendem a parecer cada vez menores.  Nessa situação, quando a atração romântica começa a evaporar e o amor não está mais presente, os parceiros passam a cultivar seus próprios egos de forma impressionante. 

                    Quando as relações de um casal vão mal nem sempre isto se deve exclusivamente a problemas de sexo. O mais provável é que as más relações, oriundas de diversos fatores, se reflitam também na área sexual. É raro casais se darem perfeitamente em todas as áreas, mas o sexo continua sendo um fator determinante para a relação. 
                   Vivemos numa sociedade em que cerca da metade dos casamentos serão desfeitos. Isto sugere um grave alerta para os possíveis problemas das crianças. A situação levanta outra questão que é o grande comprometimento da saúde mental dos filhos do divórcio. Muitos se tornam joguetes de ódio e de ressentimentos. 
                   As "varas de família" estão lotadas de brigas pela guarda dos filhos. A maioria  dos casais que se divorciam procura, consciente ou inconscientemente, uma oportunidade para castigar o outro, fazendo-o sofrer. Não importa como se sentirão os filhos, vencer é uma questão de honra, tanto para o pai como para a mãe. Pela maneira como certas mães e pais reivindicam a posse deles, deixa evidente que a criança não é o principal alvo de interesse. A principal finalidade é mesmo castigar o ex parceiro e conseguir dele as maiores vantagens  financeiras possíveis. O ex-marido precisa pagar para garantir o convívio com os filhos.  
                    

                    Mães manipuladoras são tipos muito comuns. São mulheres imaturas, que nunca admitem culpa, ficam ressentidas, sentindo-se desprezadas ou abandonadas. O pensamento equilibrado é substituído pelo ódio. E, em seu desespero, ela procura ganhar a simpatia dos filhos falseando a verdade. Sua ambição e ódio não lhe permitem visionar que eles crescerão e então, inevitavelmente, ela cairá no descrédito de filhos adultos. 
                    Um dos principais problemas dos filhos é o afastamento do pai ou da mãe, fruto de arranjos típicos de visitações quinzenais nos fins de semana e na metade dos períodos de férias. 
                    A maior participação dos pais na vida dos filhos vem pressionando as mudanças no sistema jurídico. A busca para saber quem é o mais capaz dos genitores tem sido uma prática cada vez mais comum na justiça. 
                   Um novo perfil de família está surgindo. A guarda compartilhada parece ser a forma mais benéfica para os filhos de pais divorciados e é a tendência nas varas de família. A guarda dos filhos não é apenas da mãe ou do pai, mas compartilhadas entre o casal. Entretanto, para que isso possa acontecer, é preciso que os novos divorciados sejam emocionalmente maduros, economicamente independentes e tentem fazer o bem das crianças. 
                   A situação jurídica da guarda compartilhada tem duas vertentes. Na primeira delas, a criança passa um tempo com o pai e outro com a mãe, desde que haja proximidade da casa deles e do colégio. Na outra, há uma ampla convivência, sem visitas rígidas, e os pais tomam juntos as decisões. 
                    Para felicidade das crianças, muitos pais são diferentes e as mães compreendem que a convivência com o pai é fundamental para o equilíbrio emocional dos filhos. 
                    A nossa  constituição estabelece ser o sustento dos filhos uma obrigação não só do pai como também da mãe. Felizmente o padrão de mulher que só pensa no dinheiro da pensão e usa os filhos como joguetes  de uma insana vingança contra o ex-marido está em extinção. 
            Quando a mãe, no momento da separação, não está trabalhando, os novos juízes costumam determinar uma pensão só por um ano, até que ela passe a sustentar a si e aos filhos. Há sempre um consenso no qual a maioria dos menores fica com a mãe, mas o número de pais com guarda está aumentando. Sempre que esta situação for melhor para a criança, o juiz tende a dar a guarda ao pai, mas os cuidados psicológicos nunca podem ser esquecidos. Existem "pais e "pais".  Partindo dessa premissa, o pai candidato à guarda dos filhos, deve antes passar por um rigoroso exame psicológico. Muitos, aparentemente "normais", tem sérios problemas psiquiátricos e até dependência de álcool e outras drogas e, nessas condições, quem sofrerá as consequências será sempre a criança. 
                   

                      Por outro lado, hoje vemos pais altamente participantes. Em razão disso a ótica da lei está mudando. O principal critério é a maior disponibilidade para o filho, o laço afetivo mais profundo é, principalmente, o que realmente for o melhor para a criança. O pai pode também obter a guarda em caso de mãe negligente, que vive fora de casa e deixa os filhos sozinhos;  mãe que usa a pensão alimentícia dos filhos em benefício próprio e não das crianças; mãe emocionalmente prejudicial à criança. 
                  Outra questão que tem surgido nas varas de família é em relação ao direito de visitação dos avós que estão brigados com os pais e são impedidos de ver os netos. E, quando os avós são melhores do que o pai e a mãe para as crianças, o juiz pode dar a guarda para eles. Em muitos casos até padrastos tem conseguido na justiça a visitação obrigatória de netos de criação e enteados. 
                       A partir de 12 anos, quando por lei a criança é considerada adolescente, ela também pode ser ouvida pára dizer com quem prefere ficar, desde que seja referendada pelo juiz. Neste caso a decisão é auxiliada pela avaliação de uma equipe de psicólogos e assistentes sociais. Muitas vezes o filho quer ficar com o pai porque ele é relaxado, deixa-o faltar às aulas, ficar o tempo todo diante do computador ou da TV e ir dormir na hora que quiser. A investigação analisa o motivo de cada escolha para buscar o melhor. 
                       Por tudo isso, antes de casar, pense também nos filhos que terão e como ficarão no caso de uma separação. Agindo assim você não irá contribuir para o aumento no número de desajustados do mundo. 
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Nicéas Romeo Zanchett 
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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

> PELOS PUBIANOS - Quem é a feminista que está causando barulho com uma ‘nova’ bandeira: os pelos pubianos


Esta é uma vitrine de modas. 
OS PELOS PUBIANOS DA MULHER

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Diário do Centro do Mundo » Quem é a feminista que está causando barulho com uma ‘nova’ bandeira: os pelos pubianos




Os pelos pubianos sempre exerceram fascínio entre os homens.
Grandes artistas adoravam pintar mulheres nuas com pelos pubianos. 
Picasso
Romeo

Romeo 

Di Cavalcanti

Paolo Serpieri


Modigliani 




André Derain 

A Maja Desnuda de Francisco Goya.

Mulher dormindo de Romeo 
Esta é a obra original de Gustave Courbet 
O título é A Origem do Mundo de 1866.
Esta é a mesma obra de Courbet, só que está parcialmente escondida pela moldura. 
Gustave Caillebo 
A Leda e o Cisne de Leonardo da Vinci 
Infelizmente a maioria absoluta dos desenhos eróticos e muitas pinturas de Leonardo e Miguel Ângelo foram destruídas pelo papas e as que sobraram foram queimadas na inquisição. 
Nicéas Romeo Zanchett 
COMO AS MULHERES USARAM SEUS PELOS PUBIANOS
NOS ÚLTIMOS ANOS 
Mulheres na praia de nudismo. 
A que está à esquerda é Angela Merkel 

Praia de nudismo 



Vera Fischer 




OBSERVAÇÃO IMPORTANTE 
É bom as mulheres ficarem sabendo que quando raspam os pelos pubianos ficam mais expostas a Doenças Sexualmente Transmissíveis. É que os poros ficam abertos e até feridos. 
Nicéas Romeo Zanchett 



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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

> O ABORTO À LUZ DA CIÊNCIA


O ABORTO À LUZ DA CIÊNCIA 
Por Nicéas Romeo Zanchett 
                   Será que nós realmente sabemos quando começa a vida? 
                   Embora proibido pela lei brasileira, o aborto é muito praticado. Algumas estatísticas bem confiáveis concluíram que metade das mulheres em idade fértil já recorreu ao aborto para interromper uma gravidez indesejada. 
                O amor está maravilhoso, mas de repente a menstruação não vem. O pânico toma conta do dia a dia da mulher. 
                    Se os testes confirmaram uma gravidez indesejada, e se você etá considerando seriamente a possibilidade de abortar, há três opções que devem nortear dua decisão que precisa ser rápida: 
                    a) continuar a gravidez e ter o bebê; 
                    b) continuar a gravidez, ter o bebê e doá-lo a uma família para que o crie ou para que o adote como filho;
                     c) interromper a gravidez com um aborto médico legal. 
                     São muitas as causas que levam as mulheres a provocar o aborto, mas as mais comuns são:
                     a) a idade, quando se trata de mocinhas muito novas que se envolveram com rapazes também jovens demais; 
                     b) as finanças, quando o casal acredita que não terá dinheiro suficiente para alimentar e dar educação à criança; 
                     c) a idade já avançada, quando a mulher corre riscos tanto pela própria saúde como pela possibilidade de gerar um filho com problemas. 
                  A questão do aborto sempre foi cercada de polêmicas e tabus. Há um grande número de pessoas que acha errado - moral, religiosa e biologicamente - interromper a gravidez. Outras defendem o aborto com plena firmeza. A maioria, entretanto, fica entre esses dois extremos, envolta em sentimentos muito confusos sobre como agir ante a gravidez indesejada. 
                A polêmica é tão intensa que mesmo a ciência não conseguiu chegar a uma resposta definitiva sobre o real início da vida no útero. Alguns cientistas estão convencidos de que tudo começa no período entre 12 e 48 horas após a relação sexual. Para outros cientistas a vida humana começa por volta da quarta semana da gestação, quando se inicia a atividade cardíaca, ou seja quando o coração começa a bater.  Um terceiro grupo de cientistas considera o início da vida quando o embrião começa movimentos involuntários. Isto acontece quando se inicia a atividade do sistema nervoso.  
                Muitos pesquisadores apontam como início da vida o instante em que as ondas cerebrais começam entrar em ação que é por volta da oitava semana. Esta posição é baseada no fato de que uma pessoa é considerada clinicamente morta no momento em que o seu cérebro para de trabalhar.  
                 Temos ainda cientistas que tomam como base o momento em que o embrião se firma na parede do útero - a nidação ou implantação.
                   Este processo começa no quinquagésimo dia da gravidez. É a partir deste período que se iniciam os movimentos celulares que farão surgir todos os órgãos do corpo, dando-lhe forma humana. 
                Um grande número de estudiosos defende a ideia de que a vida humana se inicia na nona semana de gestação. Nesta faze o embrião evolui a feto com a formação básica dos órgãos e, a partir de então, só aumentará de tamanho. 
                  Em países onde a lei permite o aborto, a mulher começa por fazer um exame de urina. Confirmada a gravidez, ela procura o médico para saber se está em condições clinicas para o procedimento. O médico, por sua vez, verifica se o tamanho do útero de sua paciente corresponde à última vez em que ela menstruou. Esse exame é muito importante porque há casos em que a mulher tem uma ligeira menstruação, logo no início da gravidez. Nesses casos a preocupação  do médico está focada na saúde da paciente e não do feto. Se ainda não atingiu o terceiro mês, é possível provocar o aborto com maior segurança.Mesmo nesses países, antes de provocar o aborto, os médicos mais sérios e conscienciosos discutem com suas pacientes as razões delas para não levar a gravidez adiante. Nessas discussões é muito comum as mulheres mudarem de opinião, pois o normal é levar a gravidez até o parto. 

                   O aborto é um momento muito difícil para a mulher. Diferentemente do homem, ela tem o instinto maternal e isto faz com que a grande maioria acabe se arrependendo ou guardando más lembranças dessa decisão.
                   No Brasil o aborto só é permitido nos casos previstos em leis específicas. Com muita frequência as pessoas procuram clinicas clandestinas onde a prática é feita em condições precárias e com sérios risco para a mulher. 
                   O assunto é muito complexo porque envolve sentimentos pessoais, morais e religiosos. O mais importante é que o aborto não continue sendo utilizado como se fosse um método contraceptivo. Estamos no século XXI e inúmeros são os métodos que podem ser utilizados para um bom planejamento familiar. O ideal seria uma educação de qualidade, mas com os políticos  que nos governam este é um sonho ainda muito distante. As pessoas, principalmente de baixa renda, tem muita dificuldade para construir uma família de forma planejada. Por questões financeiras não tem acesso a laqueadura ou vasectomia.  Além disso os adolescentes entregam-se ao prazer sexual sem nenhum conhecimento e isto só tem agravado a situação econômica e social. Não só nas comunidades (favelas), mas também em toda a sociedade  onde vivem. 
                     Antes de encerrar este artigo é importante falar sobre o aborto espontâneo.  
                      Considera-se aborto espontâneo a perda natural, não provocada, de um feto que não atingiu idade para sobreviver fora do útero. A idade mínima para o bebê ser dado à luz ocorre no sétimo mês da gravidez. 
                Os abortos espontâneos são muito comuns, embora seja difícil manter uma estatística sobre eles. Ocorrem mais com mulheres depois dos 35 anos. São mais frequentes na primeira gravidez (calcula-se que pelo menos um terço das primeiras gestações não vinga). É como se o útero precisasse de um treinamento para então funcionar bem. Portanto, o aborto na primeira gestação não é motivo para maiores preocupações, uma vez que a segunda gestação costuma ser bem sucedida. 
                 A causa mais comum dos abortos espontâneos é a má formação do feto, que pode ser em consequência de anormalidade em seus cromossomas. Nesses casos, a sábia natureza age e o corpo rejeita aquele feto que se transformaria em bebê defeituoso. São igualmente frequentes os abortos espontâneos em mulheres que sofrem de febre alta ou esgotamento psicológico e isto ocorre logo no inicio da gravidez. Quando isto acontece a mulher nem nota que perdeu o bebê. Imagina que foi apenas uma menstruação mais intensa. Seja qual for o motivo, os médicos consideram que esse tipo de aborto precoce é benéfico por evitar o surgimento de um embrião com alguma anomalia que o impediria de sobreviver.
 
UMA OBSERVAÇÃO IMPORTANTE 
Este artigo tem a finalidade única de ajudá-los a compreender melhor esta polêmica que tanto sofrimento traz para as pessoas, principalmente às menos informadas. O mais importante é que as mulheres se conscientizem da necessidade do acompanhamento de um médico para a boa saúde sexual.  Sexo é muito bom, mas quando praticado de forma inconsequente pode tornar-se um grande pesadelo. 

MINHAS OBSERVAÇÕES FINAIS
Todos nós, animais e plantas somos energia pura. Aquilo que chamamos de corpo é apenas uma misteriosa e engenhosa formação de água e minerais. O sol é a fonte de energia (cósmica) que permite a vida (energia vital). Se ele apagasse toda a vida deixaria de existir. 
Podemos dizer que o sol é uma usina que possui imensa quantidade de energia em seu núcleo. Está em permanente erupção e projeta  "faíscas" que se expandem pelo espaço até o limite de seu poder ou domínio.
Estas "faíscas" formaram os planetas que o circundam. Entre estes planetas está a terra, cuja formação com diversos minerais e água, permite a existência de vida. 
Se pusermos uma semente saudável sobre a terra e a cobrirmos para não receber a luz solar ela não germinará, simplesmente de desintegrará. Mas se permitirmos que receba a energia solar (cósmica) ela germinará e se transformará uma bela planta ou até uma frondosa árvore. 
O mesmo acontece com os seres animais, entre eles o ser humano.
Todo o ser animal se forma pela engenhosa combinação do DNA do seu gerador. Dessa forma um besouro gerará outro besouro, uma vaca gerará um bezerro e a mulher gerará um bebê, sua imagem e semelhança.
A energia cósmica vinda do sol está dispersa e ocupando todos os espaços. No momento em que um ser nasce recebe parte dessa "energia pura" que então se transforma em "energia vital". Enquanto este ser estiver ligado (cordão umbilical) ao corpo que o gerou, estará recebendo energia vital desse corpo; e no momento da separação passa imediatamente a ter sua própria energia que é autônoma e independente. Aí começa uma nova vida independente. Essa vida durará o tempo que esse corpo tiver condições de se manter. No momento que esse corpo adoecer gravemente, envelhecer ou simplesmente tiver algum órgão inutilizado, a energia que lhe deu vida se retirará e o corpo se desintegrará, voltando a ser água e minerais. É o que chamamos de morte. 
Quanto à energia pura, voltará ao seu estado anterior. E assim o siclo de nascimento e morte continuará até o dia que o sol apagar para sempre. 
Nicéas Romeo Zanchett 


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domingo, 12 de janeiro de 2014

> A PAIXÃO ALTERA A QUÍMICA DO CORPO


A PAIXÃO ALTERA A QUÍMICA DO CORPO
Por Nicéas Romeo Zanchett 
               A paixão pode ser uma perigosa fronteira entre o amor e a loucura. Ela sensibiliza todo o corpo e altera seu funcionamento neuroquímico.  Esse desequilíbrio, quando muito acentuado, leva o apaixonado a um estado de loucura muito perigoso. O corpo sofre alterações orgânicas pelo poder irresistível dos hormônios sexuais. É tão poderoso que altera até mesmo a aparência física, transformando-se tanto num tratamento de beleza, quando num destruidor de belas feições. A origem da pele é a mesma do sistema nervoso, a "crista neural". Tanto que nos casos de estresse e de infelicidade aparecem micoses, eczemas, psoríases e até queda dos cabelos. 
             O apaixonado nem percebe que está à beira do abismo. Ele se anula, investe tudo na pessoa amada e não consegue ver mais ninguém ao seu redor. Trata-se de um doente de paixão que vive obcecado pelo medo de perder a pessoa amada. É capaz de verdadeiras loucuras para agradar o outro e muitas vezes nem pode se concentrar naquilo que quer falar ou fazer.  
                 É quando uma das partes resolve romper o relacionamento que os maiores problemas afloram com grande intensidade. O ciume e a desconfiança de traições desarticulam totalmente o ego do apaixonado. Seu primeiro pensamento é que foi traído. Isto se torna ainda pior quando acompanhado pela vergonha e pelo sentimento de culpa pelo fato de ser ciumento. Esses sentimentos gerados pelo ciume são tão primitivos que muitas vezes o arrastam a atitudes completamente fora do seu padrão habitual. Portanto, amor com paixão desenfreada é muito perigoso e muitas vezes acabam em bárbaros crimes. 
                 Paixão todos nós sentimos em algum momento ou algum dia, mas é importante que seja transformado em amor sublime o quanto antes. Com um amor sublime tudo se modifica e nos sentimos felizes e radiantes. 
             Já a paixão equilibrada é maravilhosa para todo o corpo e o sistema emocional. É a paixão estruturada que gera felicidade e é o melhor cosmético que a própria natureza produz para a beleza. Quando a pessoa está apaixonada a pele fica mais bonita, os olhos brilham, os cabelos ficam mais sedosos. 
                A relação amorosa verdadeira sempre cria laços único, talvez os mais intensos que somos capazes de formar. Além do envolvimento sexual, há a união, a cumplicidade e a entrega sem limites.
Nicéas Romeo Zanchett 

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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

> IOGA DO SEXO - A ARTE MILENAR DA ÍNDIA


MAITHUNA - O IOGA DO SEXO 
A ARTE MILENAR DA ÍNDIA 
Por Nicéas Romeo Zanchett 
A Índia é um país que nos desperta fascínio, mistério e misticismo.
                     A história da Índia começa com Alexandre Magno, no ano 326 a.C. Entretanto, antes dele existiu ali uma civilização tri-milenar avançadíssima chamada de Proto-História que os especialistas vem pacientemente reconstruindo. 
                     A Índia moderna que conhecemos se divide em duas fases: a de dominação inglesa e a Índia independente que se iniciou em 1948, quando Nehru assumiu a presidência do país. 
Templo de Khajuraho
                     Em Elora estão algumas das grutas mais bonitas do mundo, transformadas  em colossais santuários. São 34 grutas, sendo 12 Budistas e 22 Bramânicas. Ali existe também um impressionante templo dedicado a Shiva. 
                        A Índia é um verdadeiro Museu de Arte Milenar. 
Templo de Ajanta 
                     Em Khajuraho se encontram os famosos templos com estátuas representando o amor sexual.  Porque foram construídos é um mistério que perdura ao longo dos séculos. Ainda hoje, nossa cultura ocidental não conseguiu entender a sexualidade ali representada em esculturas tão exóticas que a princípio eram vistas como pornográficas. Felizmente, na medida em que os mistérios vão sendo desvendados, vamos compreendendo e podemos finalmente perceber que a pornografia estava apenas nos olhos de quem as via. 
              Apesar da destruição promovida pelos invasores, ainda hoje existem 22 templos dedicados ao amor. 
                    O Ioga sexual ou Maithuna  é um tema frequente nas esculturas Hindus. As figuras Maithuna não podem ser vistas como orgias rituais; na verdade, representam a eterna união do espírito com a natureza. A sexualidade é espiritualizada, onde homem e mulher se complementam. O amor sexual é uma forma de adoração, onde os parceiros representam, um para o outro, a reencarnação da divindade. Meditar sobre o assunto nos leva a perceber que somos seres em correlação e não em separação. O amor físico implica na verdadeira descoberta do parceiro. 
                      A união entre homem e mulher é o casamento entre o céu e a terra. A energia sexual do casal manifesta-se como energia espiritual com o poder divino de procriar. 
                      A semente unida à terra fecunda o campo, tal como o sêmen unido ao óvulo fecunda o ventre que produz o milagre de uma nova vida. 
Nicéas Romeo Zanchett 

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domingo, 8 de dezembro de 2013

A MASTURBAÇÃO TAMBÉM É FONTE DE PRAZER


A MASTURBAÇÃO TAMBÉM É FONTE DE PRAZER 
Por Nicéas Romeo Zanchett 
                    A masturbação é uma prática solitária que muitas vezes acontece por absoluta falta de parceiro. Mas também existem homens e mulheres que preferem a masturbação ao sexo com parceiro. Algumas mulheres que tem dificuldade de chegar ao orgasmo com o parceiro busca na masturbação o prazer desejado. 
                Recentemente muitos autores de sexologia envolviam a masturbação com um verdadeiro manto de perigos e danos, tanto ao corpo quando à mente. Isso aconteceu muito pela influência religiosa, que coibia as práticas sexuais desvinculadas da finalidade reprodutiva. Como sabemos, as religiões usam muitos artifícios para dominar o intelecto de seus seguidores e a sexualidade, até hoje, é vista como prejudicial por muitos líderes religiosos que não conseguiram evoluir com a ciência. Essa ignorância tem trazido muito sofrimento e frustração às pessoas. 
              Primeiramente é preciso deixar bem claro que, independente da idade, homens e mulheres se masturbam. Muitos pensam que essa é uma prática apenas de adolescentes, mas não é verdade. Mesmo os adultos idosos se masturbam e só deixam de fazê-lo quando a sua sexualidade decai pela sua condição física, o que é absolutamente natural. O próprio "Relatório Kinsey" (a bíblia do sexo dos anos 50), revelou num estudo que 94% dos homens entrevistados admitiram se masturbar regularmente. 
             Nada no mundo imaginário pode ser controlado ou eliminado. A fantasia é parte inseparável da sexualidade humana. Ela ajuda o imaginário das pessoas a viver decentemente e, em muitos casos, evita violência contra mulheres indefesas. Hoje, a masturbação já está sendo considerada e até recomendado por médicos e psicólogos como forma, também, de diminuir o stress e a ansiedade. 
                A psicologia já confirmou que masturbar-se é um ato que exercemos desde bebês.  Bebês de cinco, seis meses, que já tenham alguma coordenação motora, manipulam  os genitais.   É óbvio que essa masturbação não tem fins semelhantes à masturbação de um adolescente ou adulto. Mas, independente do conhecimento da função, os órgãos genitais constituem áreas erógenas e, portanto, proporcionam prazer. A masturbação vai se tornar uma atividade intensificada a partir de três, quatro anos de idade. Nesse primeiro estágio, a masturbação é simplesmente a manipulação do órgão de prazer. Mas, ainda hoje, na maioria dos casos, a criança é imediatamente  proibida pelos pais, porque essa região é vivida  como algo absolutamente proibido, sujo, impróprio e desqualificado para manipulação e investimento afetivo. O conhecimento do próprio corpo, dos nossos limites e do prazer são fundamentais para uma vida sexual satisfatória. Tudo isso surge com a masturbação. Portanto, carregar de preconceitos esta busca de satisfação é um equívoco. Não existe mais dúvida de que se trata de um exercício saudável da sexualidade. 
                Quando uma criança é proibida  de manipular seus genitais, essa proibição não se dá em função dela mesma, mas sim da imaginação do adulto que está proibindo a criança que existe dentro dele mesmo de mexer nos próprios genitais, visto que na infância também foi proibido. Esse adulto, na verdade, carrega a culpa de uma prática que é absolutamente natural, sadia e inofensiva. A psicologia, em seus profundos estudos, tem mostrado que não há dificuldades ou proibições da vida sexual adulta que não tenham origem na infância. 
                Por volta do final do quinto ou sexto ano de vida, a criança começa a moralizar o mundo. Ao fazer isso ela vai lançar mão das proibições originárias da masturbação infantil e dar a elas uma interpretação moral. A partir daí, pode ocorrer desde o aumento excessivo da masturbação, até o abandono total, dependendo de como a criança vivenciou o seu meio familiar e, principalmente, viveu na sua imaginação a vida sexual permitida pela família. É justamente essa vivência que terá consequências para o adulto, quando a masturbação pode se tornar uma alternativa casual ou um processo complementar na vida sexual e, em muitos casos, até uma atividade doentia. Nos neuróticos  vai acarretar um exagerado sentimento de culpa; nos perversos pode se tornar a única forma de atividade sexual; e, nos psicóticos, a masturbação é igual à da criança: absolutamente isenta de proibição, podendo ocorrer em qualquer ambiente ou situação. 
                  Muitas vezes, a masturbação é abolida da vida adulta como se fosse algo dispensável e depreciativo. É mais comum do que se pensa encontrar mulheres que nunca conseguiram se masturbar ou, quando se masturbam , são acompanhadas de profundos sentimentos de culpa. Esse sentimento negativo faz com que muitas abandonem completamente sua sexualidade. Para elas simplesmente não há vida sexual, nem masturbatória, nem genital.  Já outras fazem dela uma verdadeira vergonha. São poucas as mulheres, por exemplo, que quando não conseguem encontrar satisfação numa relação sexual, se masturbam na frente do companheiro. Para elas isso seria uma grande afronta  ao parceiro, porque, na verdade, vêem o ato sexual como uma afronta a elas mesmas. Ora, é normal e adequado que ela busque uma forma alternativa, como a masturbação, se a satisfação não foi obtida no ato sexual. Muitos homens são machistas, só se preocupam com próprio gozo e não estão nem aí para os sentimentos da parceiro que lhe deu prazer.  

                  A masturbação é parte integrante da sexualidade . Não há porque  fazer dela algo diferente na vida sexual normal de uma pessoa, onde é importante o beijo, o abraço, os toques, o de olhar o parceiro, o ser olhado e, inclusive, o manipular dos genitais. Não há porque ter medo do prazer, de experimentar o prazer só seu - uma alternativa sadia e tão natural quanto o beijo. É preciso ficar bem claro que sexo não é apenas penetração.
                    As mulheres são privilegiadas. Na verdade, elas não precisam do homem para obter o prazer que desejam. Afinal de contas, um homem tem apenas uma zona erógena sexual principal, um só órgão sexual, ao passo que a mulher tem duas: a vagina, o órgão genital propriamente dito, e o clitóris, análogo ao órgão masculino." 
                   Não há estatísticas precisas à respeito, mas, ao que tudo indica, os meninos (homens) se masturbam mais do que as meninas (mulheres). Em geral a masturbação feminina é mais carregada de culpa, mas isso também está mudando; elas estão aprendendo conhecer melhor o próprio corpo e isso é muito bom.  
Nicéas Romeo Zanchett 
EDUCAR É O MELHOR CAMINHO 
Nicéas Romeo Zanchett 




quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

O BOM ORGASMO NÃO DEPENDE DO PÊNIS


O BOM ORGASMO NÃO DEPENDE DO PÊNIS
Por Nicéas Romeo Zanchett 
               O orgasmo é o ponto culminante do sexo. Trata-se de um fluxo de intenso prazer, a sensação de estar fora de controle. As mulheres reagem de maneiras diferentes. Algumas gritam de prazer, outras apenas tem uma quieta sensação de conforto. 
                  Muitas mulheres não se preocupam com o orgasmo no momento do ato sexual com um parceiro; algumas até preferem o prazer do ato em si e nem fazem questão de ter orgasmo naquele momento. Acredita-se que cerca de 50% das mulheres não tem orgasmo durante o intercurso e outras acham que só podem ter orgasmo com a estimulação direta do clitóris e não apenas com o intercurso. Algumas, mesmo gostando muito de fazer sexo,  ficam preocupadas em não gozar  porque acham que isso perturba seus parceiros. 
                 A maioria dos homens se preocupa muito mais com o tamanho do próprio pênis do que as mulheres. Evidentemente que se trata de desconhecimento da verdadeira anatomia da vagina das mulheres; é nos cinco primeiros centímetros que a vagina tem terminais nervosos. É bom lembrar, também, que as mulheres tem muito mais prazer sexual com o clitóris do que com a vagina.  
              Há pênis de todos os tipos e tamanhos, mas, normalmente, as diferenças não são tão evidentes durante a ereção. Os comprimentos, nesse caso, variam entre 12 e 18 centímetros, em geral. A ideia de que as mulheres preferem um pênis grande é tolice. Muitas até tem medo do tamanho, pois acham que podem machucar. Para estas é bom lembrar que a vagina é o canal elástico por onde nascem os bebês. Portanto, não tem dificuldade alguma em se adaptar a qualquer tamanho de Pênis. Entretanto, em alguns casos, quando é exageradamente comprido, podem causar desconforto. As preliminares, principalmente o sexo oral, são importantes porque excitam e relaxam os músculos.  Normalmente a vagina fica lubrificada  na excitação do sexo, mas, se você sofre de secura e dor, há lubrificantes artificiais para solucionar o problema, especialmente os gelatinosos.  Na menopausa, quando isso acontece, o médico pode receitar tratamento com hormônios. 
                    Não existe vagina pequena. Se parece muito pequena ou tensa antes do sexo, é porque a mulher pode estar com vaginismo. O vaginismo é uma incapacitação para fazer sexo e ocorre muito comumente. Há casos em que os músculos da vagina ficam tão tensos que a penetração do pênis é praticamente impossível.  Os motivos são invariavelmente psicológicos. Geralmente devido à repressões, à ideia de que o sexo é sujo, um medo patológico da gravidez.   Nesse caso é bom consultar um ginecologista e pedir orientações. Aquelas que procuram ajuda médica mais depressa são curadas mais facilmente. 
                 A parte mais sensível da vagina está nos primeiros cinco centímetros. Entretanto, a área de prazer para a mulher, fica um pouco fora - é o clitóris. Por essa razão não há mulher que não se renda a um suave toque de língua em seu clitóris.
                Algumas vezes a vagina perde seu tônus muscular - frequentemente após o nascimento de bebês.  Você pode rejuvenescê-la  tensionando a bacia pélvica e os músculos da região tanto quanto puder. O charme desses exercícios é que você pode fazê-los onde estiver - na rua ou no trabalho - e ninguém notará. Mas é preciso que sejam feitos com a intensidade necessária, até darem resultado. 
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Nicéas Romeo Zanchett 

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