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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

A DEPENDÊNCIA AFETIVA CAUSA ESTRESSE

A DEPENDÊNCIA AFETIVA CAUSA ESTRESSE
    A dependência afetiva é um desequilíbrio emocional que acomete pessoas com autodesprezo, ressentimentos e estresse.
   O problema costumava ser identificado apenas em parentes próximos de alcoólatras e dependentes químicos. Entretanto, estudos recentes e mais aprofundados revelaram que este tipo de desequilíbrio emocional também atinge pessoas que não têm casos de vícios em família.
    O dependente afetivo vive apenas para agradar outras pessoas e nunca acha que está fazendo o suficiente. Eles têm dificuldade para vivenciar níveis de autoestima, de estabelecer limites, reconhecer suas necessidades e se expressar. São pessoas que se sentem fracassadas, com vergonha de si mesmas e muito medo de se relacionarem emocionalmente.
    Tudo começa na infância e não é detectado porque muitos pais acreditam que os conflitos infantis não merecem crédito. Outros protegem os filhos evitando que enfrentem as consequências do próprio comportamento.
             A dependência afetiva pode até ser considerada culturalmente aceitável, mas costuma trazer muito sofrimento à criança que terá dificuldade para orientar seu comportamento quando for adulta.
     O tratamento envolve uma completa revisão do passado que deve ser feita no divã psicanalítico. O objetivo é identificar experiências abusivas na infância para encontrar o trauma que originou este sentimento continuado de humilhação. Conhecer a própria história afetiva é um passo vital no processo de recuperação da autoestima.
Nicéas Romeo Zanchett
http://amoresexo-arte.blogspot.com/

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

AMOR PROIBIDO - INTERRACIAL E INTERRELIGIOSO





AMOR PROIBIDO - INTERRACIAL E INTERRELIGIOSO



      A paixão é um processo irracional. Se fôssemos absolutamente racionais, nunca nos apaixonaríamos.
   Os opostos se atraem. Ao apaixonar-se o indivíduo pode estar buscando inconscientemente características das quais precisa.
    Os relacionamentos como inter-raciais e inter-religiosos, tal como os casos extraconjugais, são atrativos e interessantes no começo, mas são de difícil manutenção. Com o tempo, manter o segredo é mais estressante e trabalhoso do que divertido. Os casais se submetem a esse tipo de relacionamento não porque tenham atração pelo segredo, mas simplesmente porque não querem contar para os amigos e familiares. No entanto, as desvantagens só serão percebidas depois. São verdadeiros casos de Romeu e Julieta modernos.
     Desde os primeiros momentos, a diferença pode gerar estresse, mas isso não é necessariamente ruim. O que resta saber é se o casal vai ter força para passar por esse momento e se essa relação vai se tornar madura ou não. À medida em que se vai entrando em contato mais íntimo com o ser amado, passa-se a vê-lo por inteiro, sem as naturais fantasias da paixão. É nessa hora que perde a graça e muitas paixões acabam sem explicações.
     Quando há o rompimento e um dos dois continua apaixonado, sente que seu mundo caiu, fica extremamente infeliz e não encontra justificativa e nem uma tábua de salvação. Por outro lado, a expectativa de uma dor insuportável pode ajudar a amenizar a angústia real. O cenário terrível imaginado, perto de uma realidade menor, diminui o impacto do sofrimento.



Nicéas Romeo Zanchett



domingo, 11 de setembro de 2011

MULHER MADURA COM HOMEM JOVEM







MULHER MADURA COM HOMEM JOVEM
Homens mais velhos sempre se relacionaram com mulheres jovens sem maiores transtornos. Mas, o que hoje estamos vendo são mulheres maduras com homens jovens. Já não é mais novidade encontrar casais formados por uma mulher acima de cinqüenta anos com jovem na faixa dos trinta. Não se trata de mulheres moderninhas, sem nenhuma vergonha, mas sim de casais que se curtem e formam uma bela dupla de amantes.
Falar desse assunto, para muitos, pode parecer ridículo, mas é preciso tratá-lo com todo o respeito e seriedade que merece. Ele está aí, nas praias, nas ruas, nos bares, nos teatros e cinemas, como também entre quatro paredes.
Do ponto de vista puramente físico, está caindo por terra o velho tabu de que mulher só sente prazer quando ama ou quando pensa que ama, independente das qualidades estéticas de seu parceiro. É claro que todos, homens e mulheres, preferem fazer amor com quem ama, seja o parceiro feio ou bonito. Mas daí a dizer que a mulher não sente atração visual é coisa de quem não presta atenção nos olhares e suas conversas com as amigas. Elas são seletivas e detalhistas. Cada uma tem suas próprias preferências: boca, olhos, mãos, peito, bunda,pernas etc.
Por tás disso há muito mais do que liberdade sexual. Ao que tudo indica, muitos homens jovens estão com outra cabeça. Geralmente são mais abertos e espontâneos. Não entram em competição com a parceira e as relações são baseadas em trocas de vivências, independente dos sentimentos. Eles parecem estar com maior capacidade de entrega. Estão mais presentes e sem o velho medo de perder ou criar laços indesejáveis. Por estarem menos presos a pradrões estereotipados, no relacionamento como um todo, conseguem usufruir o que a mulher madura tem de melhor para oferecer: carinho, companheirismo, presença, senso de humor e experiência erótica.
Quando se trata do relacionamento, sério ou não, de um homem mais velho com uma gatinha é facilmente aceito. No entanto, quando alguém encontra um casal formado por uma senhora com um jovem rapaz leva logo para o lado da brincadeira. Os parceiros transformam-se em alvo de comentários maldosos e chacotas de mau gosto.
A mulher madura e recentemente separada, muitas vezes saiu de um relacionamento infeliz e desgastado e, ao se sentir livre, busca sua autoconstrução sentimental. De imediato o que elas querem é companhia. Depois, com o passar do tempo vão ao encontro de algo mais profundo que complemente suas vidas. Nessa busca, o novo relacionamento não é selecionado por faixa etária.

Todas as mulheres gostam de um jantar à luz de velas num bom restaurante, receber flores e outros mimos, mas as mulheres maduras dão especial atenção a estes prazeres. A maioria dos jovens acha que isso é caretice chata e perda de tempo. No entanto, os rapazes com cabeça aberta são românticos, mais maduros e sentem o maior prazer em compartilhar esses momentos íntimos com sua parceira.
Se você está sozinha ou à procura de sua cara-metade, comece a prestar mais atenção aos garotões disponíveis que estão lhe observando. Talvez ali esteja o prazer e a felicidade que você procura.
Nicéas Romeo Zanchett
http://selecaodehistoriasinfantis.blogspot.com/

domingo, 4 de setembro de 2011

VAGINISMO


VAGINISMO
O vaginismo é uma incapacitação para fazer sexo que ocorre com muitas mulheres. É causada por uma contração involuntária dos músculos da vagina que ficam tão tensos que a penetração do pênis se torna impossível. Na maioria das vezes os motivos são psicológicos. Talvez devido a repressões, à idéia de que sexo é sujo, medo patológico da gravidez, situações traumáticas de abuso sexual ou estupro, entre outras razões. Também pode ter origens orgânicas como desequilibrios hormonais, nódulos dolorosos ou infecções nas genitais e até no uso de medicações com efeitos colaterais que causam a diminuição da lubrificação natural da vagina.
A característica principal é uma contração involuntária da MAP - musculatura do assoalho pélvico. Ela sempre vem da associação de medo e dor, numa espécie de círculo vicioso, normalmente inconsciente, que faz a mulher contrair fortemente a MAP em momentos relacionados ao sexo. Isto ocorre também quando há excitação sexual ou quando o parceiro tenta se aproximar.
Trata-se de uma disfunção que, geralmente, acomete mulheres de nível intelectual elevado e de boa situação econômica.
O tratamento não é difícil quando o objetivo á apenas tratar a paciente para possibilitar a penetração. Na maioria das vezes a mulher não procura ajuda especificamente para isso e geralmente é o ginecologista que descobre quando ela mostra dificuldade em realizar o exame. O médico pode então encaminhar a paciente para um Terapeuta Sexual que avaliará a necessidade de alguma medicação e a preparará emocionalmente para o tratamento de dessensibilização - técnica indicada para essa disfunção. Em casos mais graves é importante que a paciente seja submetida à Psicoterapia de Orientação Analítica.
O problema não tem nada a ver com masturbação e orgasmo. É muito comum que as mulheres acometidas pelo vaginismo dêem preferência à masturbação, sempre sem penetração, para atingir o orgasmo.
É fundamental que a mulher procure seu médico ginecologista para idetificar o tipo e grau do vaginismo e então tratá-lo imediatamente.
Exercícios de conscientização da região genital e da redescoberta do prazer sexual são muito importantes para o tratamento. Existem também exercícios específicos de contração e relaxamento da MAP que são importantes tanto para a conscientização da região genital, quanto para a coordenação motora local. Também a massagem perineal é muito útil nos trabalhos de dessensibilização e elasticidade da entrada vaginal.
O homem precisa ter a consciência de que se trata de um grande sofrimento para a mulher e nunca forçar a penetração que pode ser uma verdadeira tortura. Mesmo desejando o contato sexual ela não tem controle de suas reações físicas de regeição. Muitas vezes elas escondem o problema com medo da reação do parceiro. É um sofrimento intenso que pode causar pânico, suor excessivo, náuseas e até falta de ar quando tenta enfrentar o medo para não contrariar o parceiro.
Nicéas Romeo Zanchett
http://gotasdeculturauniversal.blogspot.com

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

O SEXO E A GRAVIDEZ






O SEXO E A GRAVIDEZ




Durante o periodo de gravidez, a sexualidade e o relacionamento de um casal podem ser perturbados por diversos fatores físicos e psicológicos. Se o relacionamento não for de boa qualidade, a vida amorosa tende a ficar temporariamente prejudicada.




Muitas pessoas imaginam que a mulher grávida não sente vontade de sexo. As atenções de parentes e amigos são todas dirigidas para a criança que vai nascer e isto pode afetar, emocionalmente e sexualmente, tanto a mãe como o seu parceiro. É importante salientar que durante a gravidez, a mãe transmite todos os sentimentos ao embrião que está crescendo em seu útero e, portanto, se ela estiver infeliz, a criança absorverá essa tristeza. Quando existe o receio de um aborto nos primeiros meses de gravidez - principalmente quando isso já ocorreu antes - a mulher fica psicologicamente perturbada e sem disposição para o sexo. Com essa preocupação ela não consegue se descontrair o suficiente para entregar-se ao amor. Por sua vez, o homem pode absorver essa preocupação e achar que o ato sexual representa um perigo para o andamento natural da gravidez. Quando isto acontece o casal evita uma simples carícia, temendo que isso provoque exitação sexual.




A mulher grávida geralmente engorda muito e perde, temporariamente, parte de seus encantos. Daí surge uma espécie de medo de rejeição por parte do marido. Algumas, apesar de ficarem enormes, ainda conservam a beleza e o charme originais. Os peitos crescem, ficam volumosos e os mamilos escurecem e isto é uma forma de erotismo que atrai muitos homens. Está comprovado que a maioria dos honens acha suas parceiras ainda mais atraentes quando estão grávidas, principalmente quando eles participam e acompanham ativamente o desenvolvimento do feto.




Durante a gravidez o desejo sexual da mulher varia tanto quanto seu humor. Isto precisa ser compreendido e respeitado pelo parceiro.




Na primeira gravidez, em geral, as mulheres sentem-se menos interessadas em fazer sexo nos primeiros tres meses. É uma faze de ajustamentos psicológicos com certa ansiedade sobre o nascimento do primeiro filho. Nesse período acontecem os conhecidos enjôos, cansaços e insonias que a deixam sem disposição para a prática sexual. Entretanto, quem já teve filhos consegue passar por esta faze com naturalidade e raramente sentem indisposição ou falta de desejo. Muitas vezes os afazeres domésticos e/ou o trabalho externo a deixam muito cansada e, portanto, sem vontade de fazer amor. É importante que o parceiro colabore para que ela não fique sobrecarregada de afazeres.




Em geral, no segundo semestre da gravidez o impulso sexual da mulher aumenta. Algumas chegam a ter maior interesse por sexo do que antes da gravidez. Por outro lado, existem mulheres que no final da gravidez sentem fortes dores das costas e têm muita azia que, naturalmente, afastam qualquer desejo.




Tanto para a futura mamãe como para o futuro papai é importante que haja envolvimento conjunto desde o início da gravidez. O homem deve participar das diversas etapas e acompanhar as transformações do corpo de sua parceira, levando com ela uma vida nornal, tal como faziam antes, inclusive tendo relações sexuais até quando isso for confortável para ambos.




Na maioria dos casos não existe restrição alguma em manter relações sexuais, mas é sempre conveniente conversar com o médico para receber orientações adequadas. Cada caso tem suas próprias características que justificam a importância dessas orientações.




Os períodos que compeendem os primeiros tres meses e os tres últimos devem receber mais atenção. Observar se existe algum sangramento e sempre comunicar ao médico. Nos últimos meses é preciso mais cuidados, pois podem ocorrer sangramentos ocasionados pela pressão do pênis sobre o bebê que estará com a cabeça na altura da pélvis e voltada para a saída.




Algumas vezes, após o nascimento do bebê, a vagina perde seu tônus muscular. Isso é facilmente resolvido com orientação médica e com alguns exercícios que consiste em tencionar a bacia pévica e os músculos da região.




O retorno à atividade sexual costumeira deve ser gradativo e suave. O homem deve ter sensibilidade para perceber o quanto é possível avançar.




Se a mulher foi submetida a uma episiotomia (incisão na região do períneo, entre o ânus e a vagina), sofreu algum rasgão ou se sente muito dolorida, podem optar por fazer amor sem penetração, pelo menos nas primeiras vezes. Também é aconselhável o uso de géis lubrificantes. A escolha da posição mais adequada também pode ajudar, principalmente aquelas em que possibilitam menor penetração.




O corpo humano tem enorme cpacidade de recuperação e logo tudo volta ao normal, permitindo que o casal retome suas relações como antes.




Nicéas Romeo Zanchett



















EJACULAÇÃO PRECOCE

EJACULAÇÃO PRECOCE




O fenômeno da ejaculação precoce não tem nenhuma relação com o orgasmo feminino. Esta disfunção sexual masculina se caracteriza pela emissão de esperma antes do momento desejado durante o coito.
Em relação à velocidade da emissão do sêmem, a ejaculação pode ser superprematura (antes mesmo da penetração), prematura simples (entre 10 segundos e dois minutos após o início do coito) e instável (dependente da circunstância psicológica do indivíduo). De modo geral, este problema transforma a relação sexual em verdadeira angústia, eliminando a situação do prazer. A medicina não identificou nenhuma doença física responsável pelo fenômeno. As pesquisas indicam que a ansiedade, o temor de um mau desempenho e o medo de fracaçar com a mulher podem gerar o mal. Também pode ser resultado de um verdadeiro condicionamento do indivíduo: homens que desempenham a atividade sexual sob pressão ou em situações de pressa e estresse. Não há um tratamento específico, já que as origens do mal podem ser várias. Somente o andrologista pode detectar a raíz do problema e prescrever desde manobras de compressão do pênis durante o ato sexual, autocontrole para ser praticado com masturbação, a drogas que equilibram os estados de ansiedade. Contrariamente ao que se divulga, a ejaculação precoce não é devida à hipersensibilidade da glande. Por isso, de nada adianta besuntá-la com pomadas, ungüentos ou géis analgésicos. Esses produtos acabam tendo efeito indesejado, pois ao anestesiarem a mucosa altamente erógena da glande, transformam o sexo num vai e vem mecânico sem nenhuma qualidade erótica.


Muitos homens chegam ao absurdo de culpar a companheira por seu problema. Isto pode desequilibrar totalmente o relacionamento e causar enorme infelicidade ao casal. Na verdade a mulher é a mais prejudicada, uma vez que não conseguirá obter nenhum prazer com a rápida relação.



Não se deve, de forma alguma, guiar-se por propagandas que prometem verdadeiros milagres. O que pode mesmo resolver o problema é a orientação de um bom profissional - o andrologista.


Nicéas Romeo Zanchett


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AMOR E ÓDIO

Escultura de Romeo Zanchett


AMOR E ÓDIO

                Como Nelson Mandela, precisamos aprender perdoar sempre. Como São Francisco de Assis, que tanto amava, protegia e se compadecia dos animais, precisamos de mais compaixão.

               Todas as paixões podem ser excitadas em nós sem que, de maneira alguma, percebamos se o objeto que as origina é bom ou mau. Temos amor pelas coisas que se nos apresentam como boas e convenientes para nós. Todavia, aquelas coisas que se nos afiguram prejudiciais aos nossos interesses, nos levam a considerá-las como más e nos excitam o ódio.

                Os remorsos são frutos de nossas ações impensadas. Tal como precedentes paixões, não dizem respeito ao futuro, mas sim ao presente e ao passado.

                A glória nasce da opinião favorável que os outros possam fazer do bem que em nós existe, tal como a vergonha é a censura que possam fazer-nos pelo mal que tivermos praticado.

                 O bem que os outros praticam desperta em nós a estima, embora não sejamos os favorecidos. Entretanto, quando este bem é para nós, além da estima, desperta a nossa gratidão.

                  O mal feito por alguém para alguém que não sejamos nós, apenas excita a nossa indignação, enquanto que aquele que nos é feito, além da indignação, desperta em nós a cólera e o ódio.

Nicéas Romeo Zanchett