O EFEITO DAS DROGAS SOBRE O SEXO
A saúde do corpo e a emoção são os principais responsáveis pelo bom desempenho sexual. O afeto pela parceira facilita o desejo que é indispensável para a ereção. A ereção é desencadeada pelos neurotransmissores, substâncias que dependem de estímulos neurológicos. A parte física funciona melhor quando existe uma ligação afetiva com a mulher. Portanto, quanto maior o estímulo emocional, melhor será a ereção.
Tanto a saúde do corpo como o afeto pela parceira ficam prejudicados quando se faz uso de drogas.
CIGARRO - O cigarro diminui o calibre das artérias, afetando os pequenos vasos que irrigam o pênis. Experiências feitas por cientistas constataram que uma injeção de nicotina aplicada na veia inibe diretamente o mecanismo de ereção.
ÀLCOOL - A bebida alcoólica age diretamente sobre o sistema nervoso central. A primeira dose relaxa, mas prejudica os reflexos. O aumento da concentração de álcool no sangue interfere na sensibilidade. Beber em excesso provoca diminuição da libido e da capacidade de ereção, além de alterar a ejaculação e retardar o orgasmo.
DEPRESSÃO - As pessoas deprimidas costumam usar drogas químicas -"remédios", para trarar a depressão. Geralmente o fazem sem orientação médica, e isso é muito grave.
O sintoma mais comum de quem está deprimido é a perda do interesse sexual e o comprometimento da ereção. O uso de antidepressivo também inibe a sexualidade. O primeiro passo é procurar um médico para tratar a depressão e depois pensar no tratamento para recuperar o bom desempenho sexual.
DROGAS - (maconha) - influi na redução dos níveis de testosterona e pode afetar seriamente a libido; (cocaína) seu uso crônico causa danos à musculatura do pênis causando disfunção erétil e distúrbios na ejaculação. O (ecstasy), alucinógeno muito usado nas baladas, num primeiro momento funciona como um excitante sexual. Seu uso contínuo provoca perda de motivação geral, comprometendo o desempenho sexual.
Além das drogas, o estresse e a ansiedade prejudicam seriamente a sexualidade.
ESTRESSE - O estresse é a doença da modernidade. A vida intensa de nossos dias gera inúmeros momentos estressantes. Isso, sem sombra de dúvida, vai se refletir na sexualidade. Conflitos profissionais, dificuldades financeiras e problemas familiares são fatores que comprometem seriamente a libido masculina. Em situações de grande estresse o homem não sente desejo e perde o interesse sexual. A situação pode durar longos períodos e, não havendo solução, tende a agravar-se.
ANSIEDADE - A ejaculação precoce não é um problema físico. Todas as causas estão ligadas ao emocional, e a ansiedade costuma aparecer em primeiro lugar. Trata-se da disfunção sexual mais comum entre homens jovens. Não é raro que a ejaculação precoce acabe provocando a ausência total de ereção.
O tratamento terapêutico é o mais indicado e eficaz.
Muitos homens só procuram o médico quando estão com algum problema sexual. Quando o sexo não vai bem, é sinal de que algo está errado na parte física ou emocional. A falha da ereção pode ser um aviso de que outras artérias estão sendo atingidas. É muito comum a disfunção erétil apontar que o homem tem um problmea circulatório. Assim, a obstrução que aparece nos vasos do pênis pode existir também nas coronárias.
Nicéas Romeo Zanchett
http://amoresexo-volume1.blogspot.com.br
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sábado, 2 de março de 2013
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
A VIDA DEPOIS DA SEPARAÇÃO
A VIDA DEPOIS DA SEPARAÇÃO
Os motivos porque os casais se separam são muito diversificados. O processo de ruptura costuma ser doloroso, mas é mais saudável encerrar um relacionamento que está falido do que viver em atritos diante dos filhos e amigos.
O casamento tem três componentes básicos: os funcionais, os psicológicos e os emocionais. Na hora da separação, é preciso cortar esses laços.
Laços funcionais: São laços que se criam quando um casal passa muito tempo junto, mas não há amor. Geralmente esses laços são mais fáceis de serem desfeitos.
Laços psicológicos: Isso geralmente acontece quando um dos parceiros acredita que tem a companhia perfeita, enquanto o outro não se sente satisfeito com a relação. Na hora da separação o primeiro sofre mais e pode ter sérios problemas psicológicos.
Laços emocionais: Esses aços são os mais difíceis de serem desfeitos. Dizem respeito aos filhos e à vida que, mesmo com dificuldades, levam juntos.
Depois de constatado que o relacionamento chegou ao fim, o casal deve concentrar-se na questão da custódia dos filhos e de bens a serem divididos. O ideal é que se mantenha a cabeça fria e que tudo seja resolvido previamente. Assim não haverá grandes conflitos que, na prática prejudicam psicologicamente os filhos.
A saída de um casamento fica mais fácil quando se faz um planejamento sobre como será a vida que cada um terá a partir daquele momento. Nesse roteiro planejado, os filhos nunca devem ser esquecidos. Eles continuarão a fazer parte da vida dos dois. O primeiro passo é cada um concentrar-se no seu desenvolvimento pessoal e procurar alternativas para expandir seus horizontes, seja na área profissional, seja na pessoal.
Os sentimentos de mágoa, de culpa e de fracasso pessoal constituem os piores obstáculos à separação. Uma estratégia, que pode ajudar, é aprender a insensibilizar-se em relação ao medo da mudança, da raiva e da sensação de perda.
As conversas entre o casal que está em fase de separação costumam ser sempre agressivas. Nesse momento é importante que ambos deixem as armas no chão e procurem manter um diálogo de bom nível e respeito mútuo. Trata-se de um momento difícil para os dois. O sentimento de raiva e vontade de lesar um ao outro não é um bom conselheiro, principalmente quando há filhos envolvidos. A melhor atitude é conversar francamente com os filhos para evitar que seus sentimentos não os contamimem. Quando um demonstra raiva pelo outro, os filhos percebem e tendem a tomar partido. Isso pode causar severos danos emocionais. Eles não devem jamais serem utilizados como "massa de manobra". Seria o pior dos mundos.
A divisão de bens e objetos é provavelmente a etapa mais expressiva da separação. É muito dolorido limpar os armários separando as coisas que eram usufruídas em conjunto. Esse processo pode causar ressentimentos, mas não deve nunca ser adiado. Quando alguns objetos de um continuam na posse do outro é porque não houve uma separação completa.
Toda a separação tem um momento de revolta e inconformismo. Isso é natural, mas precisa ser encarado de frente. Assumir a própria tristeza é o primeiro passo para livrar-se dos ressentimentos e da raiva. Lembre-se que você é humano e que precisa tocar a vida para frente. A existência de filhos é mais uma motivação. Eles continuarão a contar com seu carinho.
Um caminho para se recompor é passar algum tempo sozinho - em casa ou fora. Esse período pode trazer bons sentimentos como de liberdade, alívio e entrada em uma nova fase. Pode até ajudar para um futuro relacionamento com menos influências sobre a carência afetiva.
O segredo para quem quer buscar um novo relacionamento é não ter pressa. Não queira alguém apenas para preencher o espaço vazio dexado pelo antigo parceiro. Há casos em que a retomada de uma identidade pessoal ou social chegam a durar dez anos, principalmente quando o relacionamento anterior era bem estruturado.
Muitos separados precisam de ajuda psicológica. Se houver dificuldade para lidar com a separação, é importante que se busque ajuda, seja de amigos para desabafo, seja de profissionais habilitados - psicólogos.
Lembre-se que a vida continua e pode até ser melhor. Depende de cada um saber encontrar o melhor caminho.
Nicéas Romeo Zanchett
LEIA TAMBÉM >> CONTOS E FÁBULAS DO ROMEO
Os motivos porque os casais se separam são muito diversificados. O processo de ruptura costuma ser doloroso, mas é mais saudável encerrar um relacionamento que está falido do que viver em atritos diante dos filhos e amigos.
O casamento tem três componentes básicos: os funcionais, os psicológicos e os emocionais. Na hora da separação, é preciso cortar esses laços.
Laços funcionais: São laços que se criam quando um casal passa muito tempo junto, mas não há amor. Geralmente esses laços são mais fáceis de serem desfeitos.
Laços psicológicos: Isso geralmente acontece quando um dos parceiros acredita que tem a companhia perfeita, enquanto o outro não se sente satisfeito com a relação. Na hora da separação o primeiro sofre mais e pode ter sérios problemas psicológicos.
Laços emocionais: Esses aços são os mais difíceis de serem desfeitos. Dizem respeito aos filhos e à vida que, mesmo com dificuldades, levam juntos.
Depois de constatado que o relacionamento chegou ao fim, o casal deve concentrar-se na questão da custódia dos filhos e de bens a serem divididos. O ideal é que se mantenha a cabeça fria e que tudo seja resolvido previamente. Assim não haverá grandes conflitos que, na prática prejudicam psicologicamente os filhos.
A saída de um casamento fica mais fácil quando se faz um planejamento sobre como será a vida que cada um terá a partir daquele momento. Nesse roteiro planejado, os filhos nunca devem ser esquecidos. Eles continuarão a fazer parte da vida dos dois. O primeiro passo é cada um concentrar-se no seu desenvolvimento pessoal e procurar alternativas para expandir seus horizontes, seja na área profissional, seja na pessoal.
Os sentimentos de mágoa, de culpa e de fracasso pessoal constituem os piores obstáculos à separação. Uma estratégia, que pode ajudar, é aprender a insensibilizar-se em relação ao medo da mudança, da raiva e da sensação de perda.
As conversas entre o casal que está em fase de separação costumam ser sempre agressivas. Nesse momento é importante que ambos deixem as armas no chão e procurem manter um diálogo de bom nível e respeito mútuo. Trata-se de um momento difícil para os dois. O sentimento de raiva e vontade de lesar um ao outro não é um bom conselheiro, principalmente quando há filhos envolvidos. A melhor atitude é conversar francamente com os filhos para evitar que seus sentimentos não os contamimem. Quando um demonstra raiva pelo outro, os filhos percebem e tendem a tomar partido. Isso pode causar severos danos emocionais. Eles não devem jamais serem utilizados como "massa de manobra". Seria o pior dos mundos.
A divisão de bens e objetos é provavelmente a etapa mais expressiva da separação. É muito dolorido limpar os armários separando as coisas que eram usufruídas em conjunto. Esse processo pode causar ressentimentos, mas não deve nunca ser adiado. Quando alguns objetos de um continuam na posse do outro é porque não houve uma separação completa.
Toda a separação tem um momento de revolta e inconformismo. Isso é natural, mas precisa ser encarado de frente. Assumir a própria tristeza é o primeiro passo para livrar-se dos ressentimentos e da raiva. Lembre-se que você é humano e que precisa tocar a vida para frente. A existência de filhos é mais uma motivação. Eles continuarão a contar com seu carinho.
Um caminho para se recompor é passar algum tempo sozinho - em casa ou fora. Esse período pode trazer bons sentimentos como de liberdade, alívio e entrada em uma nova fase. Pode até ajudar para um futuro relacionamento com menos influências sobre a carência afetiva.
O segredo para quem quer buscar um novo relacionamento é não ter pressa. Não queira alguém apenas para preencher o espaço vazio dexado pelo antigo parceiro. Há casos em que a retomada de uma identidade pessoal ou social chegam a durar dez anos, principalmente quando o relacionamento anterior era bem estruturado.
Muitos separados precisam de ajuda psicológica. Se houver dificuldade para lidar com a separação, é importante que se busque ajuda, seja de amigos para desabafo, seja de profissionais habilitados - psicólogos.
Lembre-se que a vida continua e pode até ser melhor. Depende de cada um saber encontrar o melhor caminho.
Nicéas Romeo Zanchett
LEIA TAMBÉM >> CONTOS E FÁBULAS DO ROMEO
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